terça-feira, 22 de abril de 2014

Empresário Afif Al Jawabri participou de reunião em Brasília



O empresário Afif Jawabri, esteve na semana passada em Brasília, cumprindo uma agenda política. Afif Jawabri reuniu com o coordenador de Políticas Públicas para a Juventude do Ministério do Trabalho, Allan Pombo, para tratar de uma parceria entre o MTE e o Sindicato Rural de Redenção, através do Pronatec Rural.  Segundo Afif, os índices de reincidências criminais e crimes praticados por adolescentes têm aumentado muito na região, é preciso dar uma atenção maior aos jovens, o Pronatec Rural vai qualifica-los, dando a eles condições de empregabilidade. O agronegócio tem gerado cada vez mais oportunidades de emprego e precisa de mão de obra qualificada, essa é uma grande oportunidade de resolver os dois problemas, disse Afif. 

Polícia Civil tenta identificar autores da morte de ‘’Bolota’’

A Polícia Civil está investigando a morte da Vanessa Fatima Macedo, conhecida por ‘’Bolota’’ usaria de droga que vivia  perambulando pelo entorno do Terminal Rodoviário de Redenção. ‘’Bolota’’ foi assassinada na madrugada da última quarta-feira (17), as proximidades de hotel localizado no em torno do terminal rodoviário.


Segundo informações de populares que passavam pelo local na hora do crime, um casal que estavam em uma motocicleta se aproximou da vítima e, após alguns minutos de conversa, o homem sacou  um revolver e efetuou três disparos, sendo que dois acertaram em cheio o corpo de Bolota,  que ainda chegou a dar alguns passos, mais caiu logo em seguida se agonizando e morreu poucos minutos depois de receber os tiros.  Após os disparos, o casal que estava em uma motocicleta modelo C100 Bis, fugiu seguindo em rumo ignorado. A polícia foi acionada e compareceu no local do crime para fazer o levantamento cadavérico da vítima que era usuário e possuía varias passagem pela Delegacia de Polícia de Civil, pelas acusações de tráfico, roubo e furtos, praticados contra pessoas no entorno do Terminal Rodoviário. 

Emancipação: deputado Giovanni Queiroz propõe mudança na constituição



O deputado federal Giovanni Queiroz (PDT/PA) entrou com pedido de emenda constitucional junto a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, que defina com mais clareza o que é população diretamente interessada, quando houver situação de redivisão territorial para criação de novos estados e de novos municípios. Giovanni disse que nem era necessário criar esse emenda, pois a constituinte de 1988, já defenia que a população diretamente interessada, era a população da área emancipando, e que o próprio Supremo Tribunal Federal, já havia reafirmado isto, quando questionado sobre a criação de novos municípios. “Lamentavelmente, e por razões desconhecidas, no nosso caso para criar os estados de Carajás e Tapajós, o Supremo mudou de posição. Por essa razão é que queremos garantir na Constituição uma melhor definição dessa materia”, explicou Giovanni.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acusado confessa ter matado padre durante sexo



Paulo César Oliveira Santos, 22 anos, foi preso nesta quarta-feira (16) por envolvimento no assassinato do padre Paulo Machado de Oliveira. O crime ocorreu em janeiro deste ano, na quitinete onde morava a vítima, na travessa Lomas Valentinas com avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, em Belém. O acusado confessou o crime.
O delegado Claudio Galeno, da Divisão de Homicídios, explica que o padre estava afastado por determinação do Vaticano após ter sido preso, em Altamira, sudoeste do Pará, acusado de abusar sexualmente de um adolescente, em 2012.
Depois, Paulo Machado passou a morar em Belém. Segundo a delegada Maria Lúcia Santos, que tomou o depoimento de Paulo César, ele alegou ter convivido durante três meses com a vítima. Conforme ele, o crime foi premeditado. O acusado pretendia roubar pertences do padre.
Durante relacionamento sexual, a vítima foi morta por asfixia, com o uso de dois sacos plásticos. O corpo foi colocado dentro de uma caixa de papelão, que foi vedada com fita crepe e encoberta com o uso da cortina do banheiro. Após o crime, o acusado fugiu do local, levando uma caixa amplificadora de som, R$ 100 e o telefone celular de Paulo Machado. Foi por meio das investigações que a equipe policial localizou o aparelho celular, na casa da avó do acusado, em Belém.
O acusado foi preso quando recebia roupas das mãos da mãe, em uma parada de transporte coletivo, na esquina das avenidas Alcindo Cacela e Governador José Malcher, em Nazaré. O preso vai responder pelo crime de latrocínio.
(DOL com informações da Polícia Civil)

Presos ainda "mandam ver" nas redes sociais

Depois de mostrar as peripécias de "Cidinho di Marituba" com seu smartphone da cadeia, a imprensa recebeu novas denúncias de presos utilizando ao bel prazer as redes sociais de dentro das celas, sem serem importunados. São fotos e mensagens de atualização em seus perfis no Facebook, espaço virtual em que recebem os afagos de familiares, amigos e parceiros e, claro, homenagens singelas aos novos colegas de cárcere.


Presos em 9 de setembro de 2013 por assalto a uma farmácia em Belém, Yuri Gabriel Souza, de 18 anos, e David Wellington Campelo, de 20 anos, são usuários da rede, não com a mesma frequência que Cidinho, mas, ainda assim, atualizam os perfis com mensagens, fotos e "selfies" (ato de tirar uma foto de si mesmo com o intuito específico de compartilhá-la nas redes sociais). "mt onda esse mlk. E nois meu mano", foi a postagem mais recente de Yuri, que informa ter frequentado a Universidade Federal do Pará. Ali, o detento posa ao lado do que seria um de seus amigos de cela. Catorze pessoas curtiram o comentário.
"Fala parceirooo, pow tamo aki no seu aguardo, se cuida parceiro", disse um dos "chegados" do detento. No dia 4 de março, às 3h31, Yuri publicou uma foto ao lado do parceiro na ação que resultou na ida dos dois para a cadeia. "O que tiver de ser será, meu. Tá escrito nas estrelas vá reclamar com DEUS". (sic) Dezesseis pessoas curtiram.
O parceiro David atualizou seu perfil pela última vez no dia 23 deste mês. "Hj acordei cedu pra ver. sentir a briza do amanha e ver o sol nascer", declarou ele. Uma mulher comentou a declaração: "Sinto muita falta sua! :´-( te amo preto não tem um dia que eu não penso em vc!". Outro amigo recomendou tranquilidade ao detento: "pode cre mano tem paciência logo logo liberdade e noix".
Yuri e David foram presos após entrarem em uma farmácia localizada no bairro de Fátima, armados cada um de um revólver calibre 32, e anunciaram assalto. Encheram as duas mochilas levadas por eles com celulares, tablets e notebooks. Os seguranças perceberam a situação e conseguiram avisar a polícia. Eles ainda chegaram a fazer uma mulher de refém. "Nos conhecemos jogando bola e depois nós planejamos tudo. Compramos as armas e as munições", revelou o mais jovem dos suspeitos.
"Ele saiu de casa para morar com o pai. Eu não podia imaginar que isso estivesse acontecendo", revelou a mãe de Yuri à reportagem do Diário na época.
(Diário do Pará)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Caso Eldorado do Carajás Governo paga R$ 30 mil a 14 dependentes de vítimas do confronto

O valor da pensão paga às vítimas deverá ser reajustado, de acordo com o percentual concedido ao servidor público.



O Governo do Pará depositou R$ 30 mil na conta de 14 pessoas, dependentes de mortos no confronto entre policiais militares e integrantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) na curva do S, no município de Eldorado do Carajás, ocorrido no dia 17 de abril de 1996. O pagamento das indenizações foi anunciado pelo procurador geral do Estado, Caio Trindade, na última segunda-feira (14).
Os representantes da Associação foram a Belém apresentar as principais demandas relacionadas ao Assentamento 17 de abril, localizado em Eldorado do Carajás. “Há 18 anos que o Estado vem acompanhando as demandas e solicitações dessas pessoas e o governo tem interesse em resolver estes problemas”, disse Trindade. Ele ressaltou que 14 dos 19 dependentes dos mortos já receberam, neste mês, o valor da indenização. “Os outros que faltam é mais por falta de alguma documentação ou assinatura, que será providenciada nesses dias, com a presença do grupo que está em Belém”, informou o procurador geral.
Durante a reunião, Caio Trindade também explicou aos representantes da Associação que o valor da pensão paga às vítimas do confronto deverá ser reajustado, de acordo com o percentual concedido ao servidor público. “Nós encaminharemos essa questão à Secretaria de Estado de Administração, para fazer o cálculo desse reajuste”, disse ele. João Lopes



Mutirão carcerário coloca 19 internos do CRR em liberdade


Adriano Trindade de Almeida, há 10 anos no presídio de Redenção, com o mutirão ganhou a liberdade.

Uma equipe formada por juízes, promotores, advogados da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) e defensores públicos das comarcas que têm unidades prisionais no interior do Pará, participam de um mutirão carcerário, iniciado em março passado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Pará, formado por instituições ligadas à execução penal, entre elas a Susipe. Mais de 740 processos já foram avaliados, em pouco mais de duas semanas de trabalho.

 Na última sexta-feira (11), os trabalhos foram encerrados no Centro de Recuperação Regional de Redenção. 
A finalidade do mutirão é analisar todos os processos de execução penal, inclusive aqueles que não têm pedido, para verificar se há um tipo de benefício que a Lei da Execução Penal garante ao preso, como livramento condicional, saída temporária, indulto, prisão domiciliar e remição de pena, entre outros.
Emoção - Adriano Trindade de Almeida, preso há quase 10 anos no Centro de Recuperação Regional de Redenção, onde cumpre pena no regime semiaberto, estava com o benefício do livramento condicional vencido. Em uma das saídas temporárias, ele fugiu e retornou à unidade prisional por outro delito, do qual acabou absolvido. Com o mutirão, ele garantiu o direito de responder em liberdade. Na hora de ouvir a sentença, Adriano se emocionou. "É um choro de alegria e alívio. Depois de quase 10 anos preso, voltar a ter liberdade é mais que um sonho. Se não fosse o mutirão, eu provavelmente continuaria aqui. Mas agora não volto nunca mais", garantiu.
Em Redenção, o mutirão foi concluído com mais de 100 processos avaliados. O juiz Cláudio Henrique Lopes Rendeiro finalizou os trabalhos com a cerimônia de livramento condicional, que concedeu liberdade a 19 internos da unidade prisional, e também com uma inspeção na casa penal.xto – João Lopes