quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acusado confessa ter matado padre durante sexo



Paulo César Oliveira Santos, 22 anos, foi preso nesta quarta-feira (16) por envolvimento no assassinato do padre Paulo Machado de Oliveira. O crime ocorreu em janeiro deste ano, na quitinete onde morava a vítima, na travessa Lomas Valentinas com avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, em Belém. O acusado confessou o crime.
O delegado Claudio Galeno, da Divisão de Homicídios, explica que o padre estava afastado por determinação do Vaticano após ter sido preso, em Altamira, sudoeste do Pará, acusado de abusar sexualmente de um adolescente, em 2012.
Depois, Paulo Machado passou a morar em Belém. Segundo a delegada Maria Lúcia Santos, que tomou o depoimento de Paulo César, ele alegou ter convivido durante três meses com a vítima. Conforme ele, o crime foi premeditado. O acusado pretendia roubar pertences do padre.
Durante relacionamento sexual, a vítima foi morta por asfixia, com o uso de dois sacos plásticos. O corpo foi colocado dentro de uma caixa de papelão, que foi vedada com fita crepe e encoberta com o uso da cortina do banheiro. Após o crime, o acusado fugiu do local, levando uma caixa amplificadora de som, R$ 100 e o telefone celular de Paulo Machado. Foi por meio das investigações que a equipe policial localizou o aparelho celular, na casa da avó do acusado, em Belém.
O acusado foi preso quando recebia roupas das mãos da mãe, em uma parada de transporte coletivo, na esquina das avenidas Alcindo Cacela e Governador José Malcher, em Nazaré. O preso vai responder pelo crime de latrocínio.
(DOL com informações da Polícia Civil)

Presos ainda "mandam ver" nas redes sociais

Depois de mostrar as peripécias de "Cidinho di Marituba" com seu smartphone da cadeia, a imprensa recebeu novas denúncias de presos utilizando ao bel prazer as redes sociais de dentro das celas, sem serem importunados. São fotos e mensagens de atualização em seus perfis no Facebook, espaço virtual em que recebem os afagos de familiares, amigos e parceiros e, claro, homenagens singelas aos novos colegas de cárcere.


Presos em 9 de setembro de 2013 por assalto a uma farmácia em Belém, Yuri Gabriel Souza, de 18 anos, e David Wellington Campelo, de 20 anos, são usuários da rede, não com a mesma frequência que Cidinho, mas, ainda assim, atualizam os perfis com mensagens, fotos e "selfies" (ato de tirar uma foto de si mesmo com o intuito específico de compartilhá-la nas redes sociais). "mt onda esse mlk. E nois meu mano", foi a postagem mais recente de Yuri, que informa ter frequentado a Universidade Federal do Pará. Ali, o detento posa ao lado do que seria um de seus amigos de cela. Catorze pessoas curtiram o comentário.
"Fala parceirooo, pow tamo aki no seu aguardo, se cuida parceiro", disse um dos "chegados" do detento. No dia 4 de março, às 3h31, Yuri publicou uma foto ao lado do parceiro na ação que resultou na ida dos dois para a cadeia. "O que tiver de ser será, meu. Tá escrito nas estrelas vá reclamar com DEUS". (sic) Dezesseis pessoas curtiram.
O parceiro David atualizou seu perfil pela última vez no dia 23 deste mês. "Hj acordei cedu pra ver. sentir a briza do amanha e ver o sol nascer", declarou ele. Uma mulher comentou a declaração: "Sinto muita falta sua! :´-( te amo preto não tem um dia que eu não penso em vc!". Outro amigo recomendou tranquilidade ao detento: "pode cre mano tem paciência logo logo liberdade e noix".
Yuri e David foram presos após entrarem em uma farmácia localizada no bairro de Fátima, armados cada um de um revólver calibre 32, e anunciaram assalto. Encheram as duas mochilas levadas por eles com celulares, tablets e notebooks. Os seguranças perceberam a situação e conseguiram avisar a polícia. Eles ainda chegaram a fazer uma mulher de refém. "Nos conhecemos jogando bola e depois nós planejamos tudo. Compramos as armas e as munições", revelou o mais jovem dos suspeitos.
"Ele saiu de casa para morar com o pai. Eu não podia imaginar que isso estivesse acontecendo", revelou a mãe de Yuri à reportagem do Diário na época.
(Diário do Pará)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Caso Eldorado do Carajás Governo paga R$ 30 mil a 14 dependentes de vítimas do confronto

O valor da pensão paga às vítimas deverá ser reajustado, de acordo com o percentual concedido ao servidor público.



O Governo do Pará depositou R$ 30 mil na conta de 14 pessoas, dependentes de mortos no confronto entre policiais militares e integrantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) na curva do S, no município de Eldorado do Carajás, ocorrido no dia 17 de abril de 1996. O pagamento das indenizações foi anunciado pelo procurador geral do Estado, Caio Trindade, na última segunda-feira (14).
Os representantes da Associação foram a Belém apresentar as principais demandas relacionadas ao Assentamento 17 de abril, localizado em Eldorado do Carajás. “Há 18 anos que o Estado vem acompanhando as demandas e solicitações dessas pessoas e o governo tem interesse em resolver estes problemas”, disse Trindade. Ele ressaltou que 14 dos 19 dependentes dos mortos já receberam, neste mês, o valor da indenização. “Os outros que faltam é mais por falta de alguma documentação ou assinatura, que será providenciada nesses dias, com a presença do grupo que está em Belém”, informou o procurador geral.
Durante a reunião, Caio Trindade também explicou aos representantes da Associação que o valor da pensão paga às vítimas do confronto deverá ser reajustado, de acordo com o percentual concedido ao servidor público. “Nós encaminharemos essa questão à Secretaria de Estado de Administração, para fazer o cálculo desse reajuste”, disse ele. João Lopes



Mutirão carcerário coloca 19 internos do CRR em liberdade


Adriano Trindade de Almeida, há 10 anos no presídio de Redenção, com o mutirão ganhou a liberdade.

Uma equipe formada por juízes, promotores, advogados da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) e defensores públicos das comarcas que têm unidades prisionais no interior do Pará, participam de um mutirão carcerário, iniciado em março passado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Pará, formado por instituições ligadas à execução penal, entre elas a Susipe. Mais de 740 processos já foram avaliados, em pouco mais de duas semanas de trabalho.

 Na última sexta-feira (11), os trabalhos foram encerrados no Centro de Recuperação Regional de Redenção. 
A finalidade do mutirão é analisar todos os processos de execução penal, inclusive aqueles que não têm pedido, para verificar se há um tipo de benefício que a Lei da Execução Penal garante ao preso, como livramento condicional, saída temporária, indulto, prisão domiciliar e remição de pena, entre outros.
Emoção - Adriano Trindade de Almeida, preso há quase 10 anos no Centro de Recuperação Regional de Redenção, onde cumpre pena no regime semiaberto, estava com o benefício do livramento condicional vencido. Em uma das saídas temporárias, ele fugiu e retornou à unidade prisional por outro delito, do qual acabou absolvido. Com o mutirão, ele garantiu o direito de responder em liberdade. Na hora de ouvir a sentença, Adriano se emocionou. "É um choro de alegria e alívio. Depois de quase 10 anos preso, voltar a ter liberdade é mais que um sonho. Se não fosse o mutirão, eu provavelmente continuaria aqui. Mas agora não volto nunca mais", garantiu.
Em Redenção, o mutirão foi concluído com mais de 100 processos avaliados. O juiz Cláudio Henrique Lopes Rendeiro finalizou os trabalhos com a cerimônia de livramento condicional, que concedeu liberdade a 19 internos da unidade prisional, e também com uma inspeção na casa penal.xto – João Lopes




São Félix Sindicato Rural quer fazer festa inesquecível

O ex-secretário de administração e atual presidente do Sindicato Rural dos Produtores de São Félix do Xingu, Francisco Torres, o popular Torrinho participou da cerimônia de entrega dos veículos adquiridos pelo prefeito João Cleber, que marcou as festividades em comemoração aos 52 anos de emancipação política administrativa do município.


Falando como representante da classe pecuarista, o ex-secretário disse que era solidário a iniciativa e proposta do prefeito João Cleber, de não comemorar o aniversário do município com shows e muita badalação se grande parte da população está isolada e enfrentando dificuldades. “Foi uma decisão sensata e responsável do nosso gestor, que por meio dessa ação, revelou o seu respeito e compromisso com a população do município”, disse Torrinho.
Antes de encerrar o seu pronunciamento, o presidente de um dos mais importantes sindicatos dos produtores do sul do Pará e da PA-279, fez um anunciou que alegrou a todos. Torrinho anunciou que este ano a Exposição Agropecuária de São Felix será uma das melhores do sul do Pará e porque não dizer a melhor do Estado do Pará, pois terá atração musical inédita no município.

“Podem ter a certeza que vamos fazer a melhor exposição agropecuária da região e da história do Sindicato Rural de São Félix do Xingu. Podem ter a certeza que vai ficar marcado na memoria de nossa gente”, finalizou Torrinho. Dinho Santos

Impunidade contribui para o aumento dos assaltos praticados por menores em Redenção

Confiantes na impunidade por parte da Justiça, que na maioria das vezes nega o pedido de internação, feito pelos delegados, os menores infratores seguem praticando roubos e assaltos à mão armada, deixando a população de Redenção refém dos delinquentes.







Na semana passada, vários assaltos foram praticados em Redenção, onde na sua grande maioria os autores foram menores de idade, que de arma impune, praticaram verdadeiro terror nas vítimas.
A ousadia dos menores é tamanha que muitos deles estão improvisando armamentos para intimidar as vítimas na hora de praticar os assaltos. No último sábado (12/04), mais dois menores foram apreendidos pela Polícia Militar, acusados de terem praticado assaltos na cidade usando de violência contra as vítimas.
Arma falsa: Para praticarem a ação os menores improvisaram um revólver de cano de bicicleta e outro com uma pistola de cola quente simulou que estava armado e rendeu as vítimas.  Após o delito, os menores foram apreendidos por uma guarnição da Polícia Militar, que fez o procedimento de apresentação na Delegacia de Polícia Civil, mas amparados pela lei os menores foram colocados em liberdade.
Na luz do dia: Os menores infratores não escolhem dia e nem hora para praticarem os assaltos. No último sábado (12/04), dois deles iam passando na movimentada Avenida Araguaia, quando um deles desceu da garupa da motocicleta, modelo Bros 150, e furtou algumas cobertas que estavam expostas em uma banca na calçada da loja que vende confecções. Os malandros juvenis foram agarrados por populares, depois que uma das cobertas roubadas enroscou na roda da motocicleta evitando a fuga dos pequenos ladrões, que como os demais adolescentes infratores foram libertados, após ter sido feito um Termo Circunstancial de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Redenção.
Impunidade: A frouxidão por parte da Justiça de Redenção, que prefere colocar os menores de volta nas ruas ao invés de optarem pela internação nos Centro de Internação, tem atraído a atenção de menores infratores de cidades próximas a Redenção. Na semana passada, dois menores da cidade de Xinguara foram apreendidos pela Polícia Militar, após terem praticado um assalto a um disk bebidas, no setor Casas Populares.
Ao conversar com a reportagem do NOSSO JORNAL, um dos menores disse que resolveu vir para Redenção, porque estava ‘pichado’ em Xinguara e que em Redenção a situação é mais tranquila, pois não havia informação de que menores são encaminhados para os centros de internação. “Nós estávamos ‘marcados’ lá em Xinguara. Lá tem um juiz meio durão e a coisa ia ficar feia pra nós. Ai resolvemos vir pra cá”, relatou um dos delinquentes.
Desestimulante: A impunidade e a não internação dos menores infratores apreendidos em Redenção, vem desestimulando alguns policiais civis e militares, que fazem o enfrentamento dos elementos nas ruas da cidade. Para alguns, fica difícil ver o menor solto nas ruas horas depois de ter sido apreendido.  “É difícil para o policial ver o menor nas ruas, depois que ele colocou a arma na cabeça do cidadão de bem. Depois que faz ameaças, rouba tudo da vítima, é apreendido e a justiça os coloca na rua. O delinquente ainda fica sorrindo da nossa cara e às vezes ainda faz ameaças. Da vontade de cruzar os braços e deixar que eles tomem conta da cidade”, disse um policial que não quis ser identificado. 
Ministério Público: Na maioria dos casos, os pedidos de internação são negados pelo Ministério Público Estadual, que às vezes não leva em consideração a vida pregressa do menor, seus antecedentes criminais, se ele é reincidente na prática de crime e decide colocá-lo nas ruas.

Um caso em que o menor matou e foi solto poucas horas, ocorreu no Auto Posto Paraná, no final do ano passado, quando o delinquente conhecido por Bobó, durante um assalto, assassinou a tiros o passageiro de uma caravana familiar, do Estado do Goiás, que viajava para passar o natal na cidade de Parauapebas. Dinho Santos   

terça-feira, 15 de abril de 2014

Presidente de Colônia de Pescadores de Floresta do Araguaia foi autuado no crime de estelionato

Uma operação da Policia Civil de Floresta do Araguaia resultou na prisão do presidente da Colônia dos Pescadores Roberto Silva acusado de estar praticando fraude contra o benefício  do seguro defeso destinado a pagamento de pescadores profissionais que não podem trabalhar durante a época do defeso. 

                                                  De acordo com as investigações  Roberto chefiava o esquema fraudulento




 A prisão ocorreu dentro da agencia da Caixa Econômica Federal de Conceição do Araguaia, no momento em mais de 10 pescadores iam sacar as mensalidades e dividir o dinheiro com o presidente que aguardava dentro da agencia da Caixa Econômica de Conceição do Araguaia o recebimento do beneficio por parte de falsos pescadores  que faziam parte do esquema montado pelo presidente. De acordo com o delegado Antônio Miranda Neto, superintendente de Polícia Civil do Araguaia Paraense, cerca de pessoas que estavam dentro da agencia e que iriam sacar o benefício foram conduzidos para a Delegacia de Policia Civil de Redenção e posteriormente foram encaminhados para a Polícia Federal por se tratar de um crime federal.  De acordo com o delegado as pessoas envolvidas no esquema , confessaram a a fraude e disseram que não eram pescadoras e que foram convidadas pelo presidente para participar do esquema e que o salário do seguro defeso seria rachado com ele. Em poder do acusado foram apreendidas varais carteiras de pescadores que possivelmente fazem parte do esquema fraudulento. Os envolvidos foram ouvidos pelo delegado federal e vão responder pelo crime de estelionato. Dinho Santos